Nossa Província

 Província Nossa Senhora Conquistadora

Padres e Irmãos Palotinos

(Santa Maria – RS)

 

Atual Conselho Provincial (2017-2019) da esquerda para direita:

Pe. Mércio José Cauduro – Conselheiro

Pe. Clesio Facco – Provincial

Pe. Vanderlei Luiz Cargnin – Conselheiro

Pe. Gilberto Antônio Orsolin – Conselheiro e Ecônomo

Pe. Lino Baggio – Vice-provincial

 

(clique aqui) Livreto Província Nossa Senhora Conquistadora

 

Como tudo começou

A Província Nossa Senhora Conquistadora, com sede em Santa Maria (RS), teve seu início no 7 de março de 1940. Atualmente, conta com 125 membros (bispos, padres e irmãos). Mas, como tudo começou?

Pallotti - Contexto Histórico

Após muitos pedidos feitos pelos imigrantes italianos da Quarta Colônia, os palotinos chegaram ao Brasil em 24 de julho de 1886. Chamavam-se Guilherme Whitmee, José Bannin, Jacó Pfändler e Francisco Xavier Schuster.

No dia 29 de julho de 1886, Whitmee, Bannin e outros doze homens de Vale Vêneto assinaram um contrato, no qual estabeleciam os direitos e deveres dos padres para com a comunidade e também os da comunidade em relação a eles. Vale Vêneto tornava-se, assim, o berço dos Palotinos no Brasil, originando-se ali as primeiras vocações brasileiras. Uma comunidade predestinada a ser luz e fermento para fazer acontecer o Reino de Deus.

Fácil de ser pastoreada, podendo os padres dedicarem-se a atender os colonos em todas as necessidades. Mas essa situação só perdurou até o bispo de Porto Alegre convidar os padres para também atenderem outras colônias próximas: Colônia Santo Ângelo (Agudo), Tabuão de Cachoeira (Paraíso do Sul), Rincão do Vacacaí, Cortado, Formoso, Restinga Seca, Arroio do Só, São João do Polêsine, Faxinal do Soturno, Nova Palma, Núcleo Norte (hoje Ivorá) entre outros. Os Palotinos estavam gradativamente fixando-se no Brasil.

No dia 24 de janeiro de 1887, o bispo autorizou a construção da igreja matriz de Vale Vêneto.O trabalho pastoral prosperava e, em 23 de dezembro de 1907, Vale Vêneto recebeu a visita do bispo João Antônio Pimenta.  Muito a propósito, o bispo colocou em relevo o trabalho dos colonos de Vale Vêneto. Foram eles os grandes responsáveis pela vinda dos padres e pela construção de igrejas e capelas, escolas e seminário.

Se os Palotinos estimularam o empenho dos leigos pela causa do Reino de Deus, foi porque tinham um fundador – VICENTE PALLOTTI – que sempre lhes ensinou essa doutrina, e uma padroeira que é mãe e mestra no apostolado, a Rainha dos Apóstolos.

Palotinos no Brasil

O Rio Grande do Sul ficou pequeno dadas as inquietudes missionárias da jovem Província Nossa Senhora Conquistadora. Por isso, em 1954, com ousadia e coragem, os Palotinos partiram para os estados do Paraná e Mato Grosso do Sul.

A missão foi de muito trabalho e desafios. Tudo era difícil, e as precariedades eram muitas. A locomoção e o transporte eram um constante pesadelo. As raízes foram plantadas em terra firme, e as comunidades existentes e as novas colonizações tiveram nos Palotinos a referência cristã, o apoio cultural e o incentivo à sedimentação da construção social.

No oeste paranaense, o município de Palotina recebeu esse nome em homenagem a São Vicente Pallotti. Passados alguns anos, novos desafios e clamores surgiram e, por isso, o Estado do Amazonas foi contemplado com a presença dos Palotinos. Foi em 1974 que o barco tornou-se o grande meio para levar a Boa-Nova no norte do Brasil.

Em 1982, os Palotinos entram no Estado de Rondônia.

Atualmente, no Brasil, há seguinte organização: Província Nossa Senhora Conquistadora com sede em Santa Maria (RS), Província São Paulo Apóstolo com sede em São Paulo (SP), Região Mãe da Misericórdia com sede no Rio de Janeiro (RJ). Também, as Irmãs Palotinas: Província Nossa Senhora Aparecida com sede em Porto Alegre (RS), Província São Vicente Pallotti com sede em São Paulo (SP) e as Irmãs Missionárias Palotinas, no Maranhão. Da Província Nossa Senhora Conquistadora há membros que atuam na Argentina, nos EUA e estudantes em Roma, em Moçambique, África.

Palotinos no mundo atual

No “Apelo ao povo”, Pallotti manifesta seu desejo de que o Evangelho chegue a todos os povos da terra. Para que isso aconteça, ele diz que todos têm o dever e o direito de ser apóstolos, anunciando a boa notícia de Jesus Cristo. Ao fundar a União do Apostolado Católico (UAC), sob a proteção da Rainha dos Apóstolos, colocou nela o carisma do apostolado universal. Por isso, entende que todo o batizado é um missionário com todas as possibilidades de fazer com o que o Reino de Deus aconteça.

A UAC, obra fundada por Pallotti, está presente em todos os continentes. No Brasil, os primeiros missionários Palotinos vieram da Europa. Os frutos do seu trabalho evangelizador estão presentes nas comunidades cristãs, pois muitas vocações surgiram e muitas comunidades foram fundadas.

 

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